Às vezes estamos nas palavras dos outros, não nas nossas.
“[...]Sou imatura e irresponsável, não vou à missa, mostro as pernas (abro-te as pernas) e faço beicinho para que sejas meu. Para de ti dispôr como quiser, vens ou ficas, vais ou vens-te. [...]
[...]Sou egoísta, esporádica, imódica, e às vezes até asmática. Falta-me o ar quando me ignoras, arremelgo os olhos e arquejo, não tenho culpa, é uma doença, uma condição que me definha, tragam-me a bomba por favor. Morro se me viras as costas, se não me telefonas, se não me envias bonecos tontos que se rebolam a rir quando a ocasião pediria apenas um breve sorriso contido. Morro e olha, eu não brinco com estas coisas, vou parar-me já o coração. Escuta, ainda bate, o parvo, o teimoso: já te disse que às vezes te adoro?”
Fica o excerto daquele que é, muito provavelmente, o meu blog preferido – um amor atrevido